segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Culto da Familia - 23 de Outubro


Momento de Adoração com os Louvores

Anjo da Igreja trazendo a Palavra


Oração Pelas Almas que Aceitaram a Jesus





quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O médico celestial

Nesse primeiro estágio da peregrinação de Israel encontramos também a conhecida e incompreendida, e muitas vezes citada declaração: "...eu sou o Senhor que te sara" (Êx 15.26). Gostamos de reivindicar essa maravilhosa promessa para nós ou consolamos a outros com ela, sem avaliar toda a sua profundidade. Evidentemente é maravilhoso conhecer o médico celestial. Mas, de modo superficial, freqüentemente a interpretamos assim: "Esse médico está disponível para consultas a qualquer hora, ele sempre apresenta o diagnóstico correto, cura qualquer enfermidade com certeza absoluta, não onera a previdência social nem o nosso bolso, pois não cobra honorários". De fato, temos um glorioso médico celestial. Mas quão pouco atentamos para as condições ao marcarmos a nossa consulta! Devemos ler todo o versículo e tomá-lo em consideração! Deus disse: "Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, que te sara" (Êx 15.26). Esse é o nosso maior problema. Obedecer, ou não obedecer. Desejamos a cura, mas será que obedecemos ao Senhor? Entretanto, não queremos sustentar nenhuma teoria antibíblica barata, que diz: aquele que teme a Deus vai bem, e só o pecador fica doente. A questão não é tão simples assim! Pois nós não conhecemos os desígnios e planos de Deus com cada pessoa individualmente. "Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso. Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos curam. De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará" (Jó 5.17-19). "Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Rm 11.33). Elias não adoeceu – ele subiu ao céu num redemoinho. Mas Eliseu morreu de uma enfermidade. Na verdade, Deus quer um povo sadio, mas Ele também quer obediência. Caso Ele nos conduza por um caminho de sofrimentos, bem-aventurados somos se pudermos dizer: "Senhor, seja feita a Tua vontade!" E bem-aventurados somos se soubermos que temos uma igreja que intercede por nós. Quando Jesus ouviu que Seu querido amigo Lázaro estava enfermo, Ele fez uma declaração muito importante, que também é muito significativa para nós: "Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado" (Jo 11.4). Isso também vale para nós! Em caso de enfermidade podemos pedir sinceramente a cura, mas devemos deixar por conta do Senhor o Seu proceder, seja curando-nos pela fé, seja ajudando-nos por meio de tratamento médico, ou seja até tomando-nos para Si. De qualquer maneira, tudo deve ser para a honra de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado em nossas vidas! Infelizmente, muitos filhos de Deus estão fixados apenas na cura física e não pensam que na enfermidade Deus também pretende dizer e ensinar-nos muitas coisas que servem para o nosso bem. Assim como Deus conduziu Seu povo com mão segura através do deserto para a Terra Prometida, Ele também quer preparar-nos para o lar celestial, tanto em dias de saúde como em dias de enfermidade. Confiemos nEle em obediência à Sua Palavra! (Burkhard Vetsch)

Uma lição Divina


Deus apresenta Israel diante dos nossos olhos como um espelho! Aliás, enxergamos muito melhor as fraquezas e os defeitos na vida dos outros do que em nossa própria vida. Israel ainda conhecia muito pouco a seu Deus quando passou por essa situação de angústia. Mas a ajuda do Senhor não estava longe. Temos um Deus clemente e misericordioso, que gosta de ajudar no tempo oportuno. Ele também nos anima a vir a Ele: "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" (Hb 4.16). Em relação a Israel está escrito: "Na verdade, amas os povos; todos os teus santos estão na tua mão; eles se colocam a teus pés e aprendem das tuas palavras!" (Dt 33.3). Também Jeremias conhecia e sabia da benevolência de Deus. Ele pôde anunciar em nome do Senhor: "Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem" (Jr 32.41).

Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos

Por que Deus levou Seu povo pelo deserto, ao invés de conduzi-lo pelo caminho direto, plano e cômodo junto ao litoral, em direção à Terra Prometida? Encontramos uma primeira explicação em Êxodo 13.17: "Tendo Faraó deixado ir o povo, Deus não o levou pelo caminho da terra dos filisteus, posto que mais perto, pois disse: Para que, porventura, o povo não se arrependa, vendo a guerra, e torne ao Egito." Naturalmente Deus, que sonda os corações, conhecia Seu povo e sabia das suas limitações. Oxalá nós mesmos conheçamos nossas limitações! No deserto eles não tinham outra alternativa do que seguir a nuvem que ia adiante deles. Mas existem ainda duas explicações mais profundas porque o povo de Israel foi conduzido exatamente nesse caminho em sua jornada para a Terra Prometida. Encontramos uma delas em Isaías 60.16: "...saberás que eu sou o Senhor, o teu Salvador, o teu Redentor, o Poderoso de Jacó." Agora, nessa situação, o alvo de Deus era levá-los a conhecer esse Salvador e Redentor. Eles deveriam aprender a confiar nEle! Será que nós também conseguimos ver e reconhecer a ação de Deus em nossas vidas, ensinando-nos e levando-nos a reconhecer Sua intenção mais elevada para conosco? Até o dia de hoje é assim, pois Deus não deixa Seus filhos seguirem sempre por caminho cômodos e sem obstáculos. Cantamos em um hino: "Ele apenas quer que sejamos aprovados em meio ao temor e à aflição". Jesus nos diz: "Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela" (Mt 7.13-14). São os caminhos de morte, os caminhos estreitos, que conduzem para a vida!

O próprio Deus dá também a segunda explicação: "Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos" (Dt 8.2). "Para saber o que há no seu coração!", esse é o alvo mais profundo quando Ele conduz você por provações! Para ilustrar, encha um copo de água, coloque um pouco de terra nele, e deixe-o assim por algum tempo. Ao agitar o copo, o sedimento sobe. Às vezes, Deus sacode Seus filhos e os submete à prova de fé. Então, quando sobe o sedimento escuro em nosso coração, podemos reconhecer o que há em nós. A fé precisa ser provada pela obediência. Está escrito claramente em Êxodo 15.25, que o Senhor provou Seu povo. Quando o Senhor nos prova, não precisamos ficar com medo, pois então Ele também assume plena responsabilidade por nós. Ele não abandona nenhum de Seus filhos. "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar" (1 Co 10.13). E o desfecho da provação foi maravilhoso para Israel! O importante é aprendermos as lições através de algum problema pelo qual estejamos passando no momento, o essencial é que cresçamos e amadureçamos: "...para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo" (1 Pe 1.7). Esse também é o tema central do apóstolo Paulo, que nos adverte insistentemente: "Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo" (Ef 4.15). Se não quisermos passar por provações, tornar-nos-emos superficiais e indiferentes e perderemos as maiores bênçãos.

Das Águas Amargas Para a Água da Vida

A caminho das águas amargas

É muito impressionante passear pelo deserto de ônibus com ar condicionado, ou mesmo fazer uma caminhada de algumas horas no deserto. Mas foi algo bem diferente quando um povo de vários milhões de pessoas, com suas crianças, seus animais e seus utensílios domésticos, andou pelo deserto durante três dias, padecendo com o calor, os perigos, a fome, a sede, o cansaço e a exaustão. É verdade que eles conseguiram escapar dos patrões egípcios que os mantinham como escravos e o exército egípcio foi "tragado de todo" pelo mar, como diz Hebreus 11.29. Em Êxodo 15.1 está escrito: "Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro." Que grande livramento foi esse milagre de Deus! Por detrás de Israel estava a poderosa e protetora mão de Deus, que afugentava os inimigos; sobre o povo de Israel estava a nuvem da glória que dirigia, conduzia e indicava a presença de Deus; diante dele estava a Terra Prometida que oferecia leite e mel – mas debaixo de seus pés só havia areia quente e pedras! Assim eles vaguearam pelo deserto de Sur e não encontraram água. As gargantas estavam secas, as crianças choravam, os animais berravam. Então, depois de três dias – e não foi uma miragem! – eles viram muita água. Com alegria e expectativa eles correram depressa para lá. Água! Água! Mas, que horror! Ela era muito amarga, um líquido intragável e venenoso. Todos gritaram: "Mara! Mara!" (= amargor!). Que dolorosa e amarga decepção! "Moisés, o que é isso? Tu nos guiaste até aqui para que morramos de sede?", gritaram as pessoas indignadas. "E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?" (Êx 15.24). Agora reinava a indignação e a raiva no meio daquela grande multidão sedenta. Até mesmo uma multidão disciplinada pode fugir ao controle quando é exigida além de suas capacidades. Mas nem ao povo escolhido de Deus, nem a nós é permitido fazer-Lhe a pergunta repreensiva: "Por que permites que teus filhos experimentem tanta frustração e amargura?!"
Queda dágua
Nós cristãos também passamos por decepções de vez em quando, decepções por parte de pessoas ou de circunstâncias adversas. Como conseguimos nos arranjar com essas amargas frustrações? Como reagimos quando somos sacudidos e perdemos o rumo por falta de vigilância interior? Reagimos segundo a natureza do Cordeiro, de Jesus, que deveria ser também a nossa natureza, ou ficamos indignados? A amargura é uma erva daninha que procura nos sufocar, uma raiz que sempre procura se alastrar em nossas vidas. Mas em nós não deve acumular-se muita "água de amargura", pois quando ela fica represada em nosso íntimo, Satanás prontamente estará a postos transformando essa amargura em rebelião e ira. Ele, porém, não deve alcançar esse objetivo! "Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados", adverte-nos o Senhor em Hebreus 12.15. Quando falamos com amargura sobre outras pessoas, contaminamos os que estão ao nosso redor e nos tornamos culpados, pois pecamos. Jesus quer libertar-nos desse pecado! Quem não quer vencer ou abandonar a amargura em nome de Jesus, não precisa admirar-se quando fica melancólico e triste. Conheci pessoas que se afogaram no "lago da amargura". Mas na cruz de Jesus há poder para a vitória! Quem afirma que ao seguirmos a Jesus estamos livres de temores e decepções, está mentindo. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16.33). Devemos reivindicar para nós essa vitória sobre a amargura em nome de Jesus, devemos tomar posse dela pela fé. O apóstolo Paulo, aprovado no discipulado de Jesus, testemunha: "...que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus" (At 14.22). Andar no caminho estreito e penoso tem valor eterno, pois ele conduz ao alvo celestial: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Rm 8.18), garante-nos Paulo. Um poeta lírico escreveu uma oração muito bonita, que também deve ser a nossa: "Faze com que eu me aquiete, meu Senhor e Deus. Que eu ouça somente a Tua voz na felicidade e na aflição. Estende Tuas mãos caridosas sobre meu caminhar, faze com que minha vista e meus pensamentos estejam direcionados somente para Ti".

Muito além de apenas viver um pouco mais!

Quem crê em Deus vive mais tempo

Cientistas da renomada Duke University em Raleigh (Carolina do Norte/EUA) descobriram: "Quem crê em Deus vive mais tempo." Durante oito anos eles mediram regularmente a pressão arterial de 4.000 moradores do Estado. O resultado surpreendente foi: as pessoas que iam aos cultos no domingo ou liam a Bíblia e oravam regularmente tinham pressão arterial 40% mais baixa do que os não-crentes.
Harold Koenig, um dos autores do estudo, diz: "Principalmente pessoas mais idosas se sentem seguras devido aos cultos e às orações, o que reduz o stress, baixa a pressão arterial e protege o coração." (BZ)
A genuína fé em Deus tem efeitos sensíveis, inclusive sobre a vida física. O Senhor Jesus disse: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mt 11.28). Mas a fé em Jesus Cristo produz mais do que apenas redução do stress ou sensação de segurança. Pois não devemos apenas nos sentir bem, tudo em nossa vida deve estar bem. A fé é uma fonte que jorra para a vida eterna. Aquele que crê em Jesus recebe o perdão dos pecados. Quem nEle crê é liberto do pecado original de Adão. Quem recebe a Jesus em sua vida pela fé é liberto legalmente de toda culpa e se torna um filho de Deus legítimo (Jo 1.12). A fé em Cristo nos transporta para o reino de Deus e nos dá uma esperança viva que nos sustém também em dias difíceis. A fé em Jesus tira o poder da morte (embora o temor dela ainda possa persistir), nos abre as perspectivas para o reino de Deus e permite a nossa entrada nele. Por meio da fé o homem obtém razão para viver e sua alma inquieta encontra descanso. Foi o que já disse Agostinho: "Fomos criados para ti, ó Deus, e nosso coração não tem paz até que a encontre em ti" (Norbert Lieth -

O óleo da unção

"Disto farás um óleo sagrado para unções, um perfume composto segundo a arte do perfumista; este será o óleo sagrado para unções." (Ex. 30:25)

 Êxodo 30.23 – “Também toma das principais especiarias, da mais pura...500 siclos (3kg) de Mirra, 250 siclos (1kg e ½) de Canela Aromática (árvore da família das Lauráceas originárias de Sri Lanka), 250 siclos (1kg ½) de Cálamo Aromático (caule das gramíneas e doutras plantas), 500 siclos (3kg) de Cássia (designação comum a várias ervas, arbustos e árvores ornamentais, da família das leguminosas, de propriedades medicinais, belas e abundantes flores, e cujos frutos são vagens e 1 him (3,47 lts) de azeite de oliveiras.” 

Os siclos deveriam ser segundo (Ex.30.13) o siclo do santuário que diferenciavam dos siclos comuns, este era de 20 jeiras (equivalente ao salário de um dia do jornaleiro), porém a oferta ao Senhor era a metade. Shekel em hebraico, síklos em grego, siclu em latim, refere-se a unidade de peso utilizada no Oriente antigo. Moeda dos hebreus, de prata pura e que pesava 6gr..
A ordenança da parte de Deus era que o Profeta seguisse a receita que Ele mesmo deu para o Seu povo. No v.25 “Disto farás um óleo sagrado para unções, um perfume composto segundo a arte do perfumista; este será o óleo sagrado para unções .”
Hoje assistimos verdadeiros comércios de óleo ungido. Tem lideranças Eclesiásticas que subestimam a inteligência de seus fiéis. Pensando pela lógica, se é óleo para ungir, para que este óleo precisa ser ungido??, E como se unge um óleo?? Na verdade ele deve ser consagrado para este fim e não “ungido”. Nos versículos 26 ao 29, vemos que Deus ordena que Moisés unja os utensílios do Templo (Tabernáculo) e no v.30 Moisés ungi seu irmão Arão e seus filhos, e os santificam para administrarem o sacerdócio para Deus. No v.31, Deus manda o profeta declarar que este será o óleo sagrado. Aqui respondemos duas questões, qual é a composição do óleo da unção e para que deveria ser usado?
Observemos que não foi qualquer um que saiu ungindo para o serviço na casa de Deus e os utensílios da casa de Deus e nem foi a qualquer um que Moisés ungiu, e não os ungiu simplesmente por serem seus parentes, mas, sim, por que Deus ordenou. Em todo o AT, vamos observar os cuidadosque o povo hebreu (judeu) tinha com as coisas de Deus, respeitando as ordenanças e os costumes. Um menino com 8 dias de vida deveria ser circuncidado (Lv.12.3). Com 20 anos, eram separados para o serviço (Nm.1.18) de carregar e montar as tendas das tribos, fazerem a função de um Levita, cantando enquanto caminhavam para adorar ao Senhor e guerrearem. Com 25 anos, eram separados para o serviço interno da tenda da revelação (Nm.8.24), o lugar Santo e no Átrio (Pátio). E dos 30 aos 50 anos de idade, deveriam fazer o serviço de Sacerdotes, ministrando a oferta do povo diante de Deus no Santo do Santo (Nm.4.3, 23, 30). Após os 50 anos, eram jubilados os sacerdotes que passavam a anciãos, que atuavam como conselheiros dos mais novos.
Toda esta prévia é necessária, para que possamos compreender mais adiante, quando Tiago escreve no capítulo 5.14 “ Está doente algum de vós? Chame os presbíteros (anciãos, bispo) da igreja, e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor.”
Antes de entrarmos no mérito deste versículo, voltemos ao capítulo 30 de Êxodo v.32 “Não se ungirá com ele carne de homem; nem fareis outro de semelhante composição; sagrado é, e para vós será sagrado.”
Vejam que esta receita estabelecida no AT não deve ser copiada e nem tão pouco feita e vendida como um livre comércio, que visa tão somente os lucros de uma instituição específica. Aquilo que é sagrado, deve ser tratado com esmero, temor e tremor do Senhor. No v.33 – “O homem que compuser um perfume como este, ou que com ele ungir a um estranho , será extirpado do seu povo.”
Alguns, tem ignorado estes ensinos e tem banalizado a questão da unção, ungindo cachorro, carro, casa e pessoas estranhas, na mais pura ignorância, achando que estão agindo de maneira correta. Cuidado para não entrar na prática da heresias, pensando estar agradando a Deus e na verdade estar agindo em desconformidade com ela.
Agora voltando a questão que Tiago trás, quem seria o presbítero de hoje que poderia ungir as pessoas, já que não pode ser qualquer um? É importante ressaltar que todos que crêem, Deus tem dado poder para orar por enfermos e os curar, libertar, independente de ungir, pois os sinais seguiram os que crerem (Mc.16.17), agora, quanto a ungir, deve ser um presbítero da igreja.
Olhando para as tradições do judaísmo, da qual herdamos o monoteísmo, adorar um único Deus, os Escritos Sagrados, a Torá e tantas outras coisas, vemos que os anciãos é que teriam esta incumbência nos dias de hoje.
Hoje, dentro da hierarquização da igreja, presbítero tem outra conotação, para a igreja Presbiteriana, este é o superintendente, para a Igreja Católica, o mesmo é um Padre com responsabilidades de uma Paróquia, Para a igreja Assembléia de Deus, o mesmo é aquele que cuida de uma sub-congregação, que auxilia o Pastor e que foi ordenado (nomeado, ungido, separado, escolhido). Na nossa compreensão Teológica, o mesmo segue aqueles que são ungidos por uma autoridade Eclesiástica (Pastor, superintendente, Presidente) para auxiliarem no trabalho do templo.


 

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Devocional - 19 de Outubro

CONEXÃO CERTA
O processo de pensar positivamente é muito mais simples do que muitos imaginam. Pensamentos positivos envolvem antes de mais nada focalizar a atenção em assuntos positivos.  
S e você se preocupa, se atemoriza e se frustra com seus problemas, eles crescerão ainda mais, e se fortalecerão mais ainda, uma vez que você os está alimentando com sua intensa energia emocional. Imagine porém o que aconteceria se você a retirasse deles e a canalizasse em seus mais preciosos sonhos!

Pense naquilo que você já não deseja, mas pense apenas o suficiente, para que você venha a descobrir o que realmente deseja. A seguir, transfira o poder das suas emoções para o melhor das suas possibilidades positivas. Então tente visualizar em sua mente como você irá se sentir quando seus sonhos se tornarem realidade. Experimente a empolgação, a satisfação e o sentimento de gratificação.

Suas emoções lhe foram dadas por Deus para um propósito definido. Elas têm um poder incrível. De uma maneira profunda e num nível inegável elas influenciam a sua psique, suas atitudes, ações e eficiência. Numa estreita parceria com Deus faça com que as suas poderosas emoções venham a trabalhar a seu favor, ao mante-las alinhadas com os seus mais positivos sonhos, alvos e anseios.
Nélio DaSilva
Para Meditação:
Por isso vos digo: não andeis ansiosos pela vossa vida, quanto ao que haveis de comer ou beber; nem pelo vosso corpo, quanto ao que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o alimento, e o corpo, mais do que as vestes?  Mateus 6:25,26

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Devocional - 14 de Outubro

SEUS SONHOS
Deixe que o tamanho do seu Deus determine o tamanho do seu sonho.   William Carey
A s coisas que lhe amarram e lhe limitam são finitas e limitadas; porém, os sonhos que podem lhe impulsionar para a frente não conhecem tais limites. Não importa quão grandes sejam os obstáculos à sua frente, sempre haverá uma saída para você prosseguir em frente resolutamente.

Na realidade, quando os obstáculos parecerem grandes demais, extremamente ameaçadores, essa é a hora de sonhar sonhos ainda maiores e mais desafiadores que as suas dificuldades.

Creia: existem inúmeras possibilidades que estão disponíveis a você neste exato momento. Sonhe grandes sonhos. Submeta esses sonhos ao Deus que não conhece limitações e jamais é intimidado por impossibilidades. Rejeite todo e qualquer negativismo e sugestões que lhe limitam. Os seus sonhos podem fazer uma diferença quando você estiver disposto a pagar o preço de transformar sonhos em magníficas realidades.
Nélio DaSilva
Para Meditação:
Porque sou eu que conheço os planos que tenho para vocês’, diz o Senhor, planos de fazê-los prosperar e não de lhes causar dano, planos de dar-lhes esperança e um futuro.  Jeremias 29:11

Devocional - 13 de outrubro

SUAS DEDUÇÕES
É difícil ver aquilo que você deduz que não pode ver; é impossível realizar aquilo que você deduz que não pode realizar.  John Thompson
S e nada parece estar funcionando para você, isso é um bom sinal de que é hora de reexaminar as suas deduções. Frequentemente uma simples mudança nas suas deduções poderá abrir-lhe um mundo novo de valiosas e positivas possibilidades.

Aquilo que lhe parece totalmente absurdo em certo momento pode muito bem ser completamente razoável depois de algumas mudanças de deduções. Aquilo que parecia inquestionavelmente fora do seu alcance poderá se tornar acessível com uma mudança das suas deduções.

Aquilo que é possível para você é firmemente enraizado naquilo que você assume ser possível. O mundo que você vê é baseado, em grande escala, no mundo que você deduz que seja. As suas deduções tem uma poderosa influência na substância e qualidade da sua vida. Portanto, renove, substitua, e revigore as suas deduções de tal maneira que elas possam trabalhar em seu favor.
Nélio DaSilva
Para Meditação:
Ora, a fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos. Hebreus 11:1

Bebê cantando - Deus Cuidara de Ti - Harpa Cristã

video 
Ensina o teu filho no caminho que deve andar, para que quando crescer não se desvie dele.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Culto da Familia do dia 09/10

 Momento de Adoração e Louvor

Testemunho de Livramento Rose e Jurandir

Culto dos Jovens

 Peça Realizada no culto de Jovens

  Peça Realizada no culto de Jovens

Dirigente do Grupo de Jovens : Lisa Magalhães

 Louvor

Devocional


LIVRE DE PREOCUPAÇÕES
Apenas imagine como seria a sua vida se ela fosse completamente livre de preocupações. Para que isso ocorra compreenda – na sua mente e coração – que preocupação não realiza absolutamente nada e que você deve abandoná-la o mais rapidamente que puder.  Grace Danovan
M esmo quando aparentemente existem muitas razões para se preocupar, ainda assim não há realmente razão para se preocupar. Existem muitas outras maneiras mais eficientes de responder a qualquer situação que a vida possa lhe apresentar.

Quando você sentir aquele ardente desejo de se preocupar, tome a decisão de agir naquilo que lhe aflige em vez de apenas se preocupar. Fazer alguma coisa positiva é infinitamente mais valioso do que pensar em algo negativo que não lhe acrescenta absolutamente nada de bom.

Deixe as suas preocupações para trás. A propósito, Deus ordena que você faça isso; e se Ele ordenou é porque é possível sim, que você faça o que Ele ordenou uma vez que jamais Deus ordenaria algo que lhe fosse impossível fazer. Seja realmente livre de preocupações e você ficará maravilhado com as coisas incríveis que você poderá realizar.

Para Meditação:
Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. Não é a vida mais importante que a comida, e o corpo mais importante que a roupa? Observem as aves do céu: não semeiam nem colhem nem armazenam em celeiros; contudo, o Pai celestial as alimenta. Não tem vocês muito mais valor do que elas?  Mateus 6:25-26

 fonte: www.encorajamento.com