sexta-feira, 25 de novembro de 2011

As cinco expressões evangélicas mais sem sentidos usadas nas igrejas.

1 – EXORTAR
Essa expressão é usada de modo equivocado em 100% das Igrejas. Segundo qualquer dicionário, exortar significa “animar, incentivar, estimular”. Logo, exortar o irmão que está em pecado na verdade não significa repreende-lo. Quem está vivendo no erro não precisa de um incentivo, mas de um auxílio.
2 – LEVITA
Essa morreu no Antigo Testamento. Os Levitas eram descendentes da Tribo de Levi, e eram encarregados de TODO O SERVIÇO no Templo. Mas Levita tem sido usado como sinônimo de músico. Besteira pura! Pra começar a música no serviço levítico era a menor das tarefas. A faxina, organização e carregar peso nas costas, isso sim era a parte mais importante do trabalho. Levando em conta que não somos judeus, não somos descendentes daquela tribo e também lembrando que o Templo não existe mais, então estamos dispensados do serviço levítico. Músico é músico. Ponto.

3 – PROFETA
Segundo a bíblia, profeta é aquele que revela a vontade de Deus ao povo. Simples assim. Porém tornou-se comum considerar que profeta é uma espécie de adivinho. Heresia pura! Considerando que TODA A REVELAÇÃO está em Cristo Jesus e que o conhecimento acerca desta revelação está contida nas escrituras, um profeta legítimo não deve adivinhar nada, mas proclamar de maneira compreensível as coisas que estão contidas na palavra de Deus. Por isso Paulo afirma que o dom de profetizar é o dom mais excelente. E se você ainda paga pau pra adivinhos, lembre-se que ADIVINHAÇÃO é pecado.

4 – UNÇÃO
Como dizem por aí, UNS SÃO, outros NÃO SÃO. Agora falando sério… a expressão unção virou clichê na boca de crente. É unção disso, unção daquilo… tudo sempre buscando atender ao interesse economico; ou garantindo o controle das massas sob o pretexto de que UNÇÃO É PODER. Pra começar no Novo Testamento a palavra unção só é usada no sentido de afirmar que Cristo está em nós. Logo, ter unção é ter Cristo. Em todos os outros contextos, há ensinos explícitos sobre o ato de “ungir” pessoas, que seria orar com óleo, pedindo a Deus por curas específicas. Há algum poder neste óleo? Não mesmo. Mas é bom lembrar que no contexto bíblico, óleo também era considerado remédio para muitas doenças.

5 – ATO PROFÉTICO
Essa é a campeã da lista de heresias. Se sua igreja usa essa expressão, então a teologia por aí tem sido profundamente contaminada com valores neopentecostais. Pra começar não existe a expressão “ato profético” na Bíblia. Essa expressão surgiu na verdade como uma tentativa de disfarçar o conceito de podemos fazer coisas que “movem a mão de Deus” na direção de nossos desejos. Ou seja, heresia pura.

Meu conselho é… cuidado com as expressões.
Por que as mínimas coisas podem revelar grandes besteiras.
Vão com Deus!

Ops! Como alguém poderia ir “sem Deus”, se Deus é onipresente e está em todos lugares mesmo antes de eu pensar em me mover?


Um titulo que ninguém quer.

Estou impressionado com a quantidade de títulos eclesiásticos criados  nos últimos anos. De apóstolo, a apóstolo embaixador, o que mais temos no meio evangélico é o culto a hierarquia institucionalizada.  

Há pouco ouvi um relato de uma irmã  que ao dirigir-se a um senhor chamou-lhe de irmão. Para surpresa dela, o homem de modo sisudo respondeu firmemente dizendo: Irmão não. Pastor. Por favor me chame de pastor.

Pois é,  lamentavelmente alguns dos líderes evangélicos tupiniquins tem demonstrado ao longo dos anos uma enorme fome por titulos. Se não bastasse os oficios e titulos convencionais, esta corja aproveitadora, inventou outros tantos mais. Nesta perspectiva  multiplicaram-se os apóstolos, apareceram os profetas da restauração que a reboque  fabricaram os titulos de paipostolo,  Patriarca  Apostólico, Principe de Israel, dentre tantos outros mais.

Caro leitor, essa busca desenfreada por títulos e oficios me enoja. A questão é que essa galera descompromissada com as Escrituras prefere a ostentação de uma função eclesiástica a ser um simples servo. Aliais, o termo servo, definitivamente caiu em desuso.  Todavia,  ao contrário do que deveria ser, parte da igreja evangélica brasileira esqueceu  das Palavras de Jesus que nos ensina que todo aquele que deseja ser grande deve aprender a servir.

Jesus os chamou e disse: "Vocês sabem que aqueles que são considerados governantes das nações as dominam, e as pessoas importantes exercem poder sobre elas. Não será assim entre vocês. Pelo contrário, quem quiser tornar-se importante entre vocês deverá ser servo; e quem quiser ser o primeiro deverá ser escravo de todos. Pois nem mesmo o Filho do homem veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos". Marcos 10:42-45

Lamentavelmente os homens querem ostentação, sem contudo entenderem que somos e fomos chamados para servir àqueles que conosco se relacionam. Como bem afirmou Thomas Brooks, "os cristãos que permanecem no serviço do Senhor precisam considerar mais a cruz do que a coroa." 

Prezado amigo, quem somos nós? Que possuímos nós? Ora, não somos nada! Como bem disse o reformador Martinho Lutero, nós não passamos de  sacos de esterco, servos inúteis carentes da graça e da misericórdia de Deus.

Pense nisso

A vista grossa para os necessitados: “se eu estou bem, por que devo me preocupar com os outros?”


A parábola mais que conhecida do bom samaritano dá uma aula de compaixão com o próximo (Lc 10.25-37). É exaustivamente pregada nos púlpitos, usada em canções e sermões. E todo mundo bate palmas para o bom samaritano, vindo de uma terra inimiga dos judeus, que ajudara o homem que descia de Jerusalém a Jericó.


Mas é sempre importante analisar os outros personagens dessa parábola: o levita e o sacerdote. Bom também é refletir sobre o comportamento que eles tiveram e como é tão fácil verificar essa mesma atitude nos dias atuais.

Jerusalém era o centro da adoração dos judeus. De lá, vinham o sacerdote e o levita. Provavelmente, estavam voltando de mais um culto, quem sabe (apesar de a Bíblia não dizer isso). O certo é que era mais um dia seguindo pelo perigoso trajeto cheio de bandidos e assaltantes que levava até Jericó.

Foi lá que depararam com um homem que havia sido espancado e humilhado por detratores desconhecidos. Pior que isso, esse coitado foi deixado no chão quente, no deserto causticante, na solidão dolorosa e humilhante.

Era de se esperar que o primeiro que passasse estendesse a mão, principalmente se fossem pessoas responsáveis, bem quistas e bem vistas. Mas não foi essa a atitude do sacerdote e do levita. Ambos simplesmente ignoraram uma pessoa necessitada, mesmo sendo quem eram e tendo o nome, a função e a responsabilidade que tinham.

Só que se engana quem pensa que esse tipo de comportamento ficou nas areias da estrada de Jerusalém a Jericó, esquecido no passado. Pessoas notáveis - com ou sem cargos - dentro da igreja continuam esquecendo os feridos na estrada da vida.

Basta caminhar por aí para notar o abandono que padecem os carentes, os sofríveis, os invisíveis, os feridos por garras opressoras, os definhados pela dor de chagas espirituais, morais e psicológicas. São pessoas pelas quais ninguém dá a mão pra levantar, o braço pra segurar, o ombro pra acolher e as costas pra carregar.

E o que fazem os egoístas? Fazem vista grossa para esses necessitados. São pessoas que simplesmente relevam qualquer sofredor que esteja no caminho. Suas alegrias e suas euforias cegam-nas de uma forma extremamente egoísta.

Quantos ficam tão histéricos, nas suas clássicas zonas de conforto, cheios de si, sem se preocupar se há alguém já morrendo por abandono? O seu próximo, na verdade, é aquele que tem os interesses iguais aos seus. Esse, sim, recebe qualquer mão amiga. Mas se não condizer com sua redoma inacessível – leia-se: pessoas marginalizadas, crentes trôpegos e gente sem um nome, um status ou um poder aquisitivo semelhante – não merece nenhum tipo de cuidado.

É por isso que João enfocou tanto no amor ao próximo. Não adianta de nada passar horas cantando nos cultos, falando em línguas estranhas, profetizando e recebendo altas promessas da parte de Deus se não haver cuidado com o necessitado ou, pior, se fingir que não existem pessoas precisando de ajuda. E o apóstolo é ainda mais enfático: “Se alguém diz: Eu amo a Deus, e odeia a seu irmão, é mentiroso. Pois quem não ama a seu irmão, ao qual viu, como pode amar a Deus, a quem não viu?” (I Jo 4.20).

Da mesma forma que costumamos falar que amor tem que ser prático, e não só de palavras, o ódio não se resume apenas no rancor, mas também nas atitudes de desprezo, abandono, complacência e desamor. Há gente nas estradas à beira da morte não só porque foram solapadas por golpes da vida, mas também porque gente egoísta e hipócrita não soube ajudar.

Logo, se as pessoas agem como o sacerdote e o levita, elas precisam rever os seus conceitos de compaixão.  É muito fácil abraçar os nossos compadres, não existem problemas quando folgamos e nos congratulamos com os que estão no nosso nível de estabilidade. Mas se não olharmos para os feridos na estrada, como o bom samaritano fez (e, lógico, como o próprio Cristo, ao morrer na cruz), deixaremos de priorizar o amor que o Senhor também nos estimula a praticar.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Dia de Oração pela Igreja Perseguida é neste domingo

Dia de Oração pela Igreja Perseguida é neste domingo

Mais de 70% da população mundial vive em áreas de grave discriminação religiosa

Dia de Oração pela Igreja Perseguida é neste domingo
Milhões de cristãos são perseguidos por suas crenças a cada dia em todo o mundo. É por isso que o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida, neste domingo (13), centra-se na oração de intercessão e ação cidadã em nome das comunidades  perseguidas por causa da fé cristã. O dia, conhecido como IDOP, é um dia global de intercessão para os cristãos perseguidos em todo o mundo.

Este ano, a Liga Bíblica Internacional está oferecendo um guia de oração em seu site e através das mídias sociais. Como uma organização que trabalha com os cristãos em áreas onde enfrentam perseguição, o ministério sem fins lucrativos evangélico oferece sugestões específicas e abordagens práticas para os crentes apoiarem cristãos ao redor do mundo.

Muitos parceiros ajudam a financiar o Ministério, que realiza trabalhos em áreas onde os cristãos sofrem perseguição, e esses parceiros oram diariamente pelos missionários. A Liga Bíblica produziu então esse guia em resposta a pedidos de seus parceiros sobre mais sugestões específicas acerca do que orar, bem como para fornecer à comunidade cristã a oportunidade de participar deste ministério em oração.

Centenas de milhões de cristãos ao redor do mundo enfrentam perseguição por sua fé todos os dias. Sofrem prisão, abuso, hostilidades, e até morte. Mais de 70% da população mundial vive em áreas de grave discriminação religiosa. Muitos dos mais de 55 países nos quais a Liga Bíblica realiza obra missionária em todo o mundo estão incluídos nesse número, dando ao Ministério uma perspectiva em primeira mão sobre o que esses crentes suportam.

Aqueles missionários que participam do Ministério em todo o mundo têm compartilhado que eles são encorajados e fortalecidos quando eles têm a informação de que cristãos ao redor do mundo estão levantando-os em oração. Muitos contam histórias do poder da oração em seus ministérios e eles sabem que grandes coisas podem acontecer quando tantos cristãos se unem para orar por eles.

Desde sua fundação em 1938, a Liga Bíblia colocou milhões de Bíblias nas mãos de pessoas em mais de 80 países. Através do seu ministério, eles pretendem traduzir Bíblias e materiais de estudo.

Fonte.CPAD News

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Leilão de almas por ministério de jovens Vida Plena

Dia de teatro é assim, quem assistiu, riu muito e teve o entendimento do que foi colocado na peça...Quem não foi assista, pois essa peça teatral foi muito impactante para quem esteve presente, Deus falou com todos neste dia através do grupo de jovens Vida Plena de teatro....Assistam.

OS JOVENS MORAVIANOS

Olá queridos e amados irmãos em Cristo, assista esse video e você verá como foi que a história de dois jovens moravianos que largaram tudo por várias vidas...Eu faço uma pergunta...Você largaria tudo e iria ter com Cristo para fazer a vontade de Deus em favor de muitas almas????

Que o Cordeiro receba a recompesa através de todos nós.

Vida Plena com Deus

LOUVAREI NA TEMPESTADE- ANIMAÇÃO

Perguntas que os Evangélicos não querem responder



Por favor, alguém pode me explicar por que palavras como “paixão”, “fogo”, “glória”, “poder” e “unção” vendem muito mais CDs do que “graça”, “misericórdia” e “perdão”?
Por que aqueles que mais falam sobre “prosperidade” evitam sistematicamente textos como Tiago 2:5, I Timóteo 6:8 e Habacuque 3:17-18?
Por que se fala tanto em dízimo, defendendo-o com unhas e dentes, mas quase nada se fala sobre ter tudo em comum e outras coisas como “ajudar os domésticos na fé” e “não amar somente de palavra e de língua mas de fato e de verdade”? Em qual proporção a Bíblia fala de uma coisa e de outra?
Por que em Atos 4, quando os apóstolos foram presos, a igreja orou de forma tão diferente do que se ora hoje? Por que não aproveitaram a ocasião pra “amarrar o espírito de perseguição”, pra “repreender a potestade de Roma”, ou coisa semelhante?
Por que Atos 2:4 é muito mais citado como modelo do que era a igreja primitiva do que Atos 2:42?
Por que todo mundo sabe João 3:16 de cor, mas tão pouca gente sabe I João 3:16?
Por que 90% ou mais dos cânticos congregacionais modernos são na primeira pessoa do singular (EU), quando a proporção nos salmos é muito menor?
Por que todo mundo aceita que Jesus curou e colheu espigas no sábado, aceita também que Deus ordenou que seu povo matasse vários povos rivais, mas se escandaliza absurdamente quando alguém diz que Raabe fez certo ao mentir para preservar duas vidas? O que vale mais, em situação de conflito, que um soldado pagão saiba a verdade ou a vida de dois homens? Será que se Raabe tivesse dito a verdade, teria sido elogiada em Hebreus 11?
Por que quase tudo que se vende numa livraria cristã foi produzido nos últimos 50 anos, se nosso legado é de 2.000 anos de História do Cristianismo? O que aconteceu com os outros 19 séculos e meio?
Por que os cristãos creem que o homem foi nomeado por Deus como o responsável pela criação, e que tudo que Deus criou é bom, mas são os esotéricos os que mais lutam pela defesa do meio-ambiente?
Por que todos os ritmos de origem na raça negra até hoje são considerados por alguns como diabólicos?
Por que se canta tanto sobre coisas tão etéreas como “rios de unção” e “chuvas de avivamento”, ao passo que Jesus usava sempre figuras do cotidiano para ensinar, como sementes, pássaros e lírios?
Por que se amarra, todos os anos, tudo quanto é “espírito ruim” das cidades, fazendo marcha e tudo, mas as cidades continuam do mesmo jeito? Aliás, se os “espíritos ruins” já foram “amarrados” uma vez, por que todo ano eles precisam ser “amarrados” de novo?
Por que se canta todos os dias “Hoje o meu milagre vai chegar”? Afinal, ele não chega nunca? Que dia está sendo chamado de “hoje”?
Por que Jó não cantou “restitui, eu quero de volta o que é meu”, nem declarou ou amarrou nada, muito menos participou de “campanha de libertação” quando perdeu tudo?
Por que nós nunca vamos ao médico e pedimos, “doutor, dá pra queimar essa enfermidade pra mim por favor”? Por que então se ora pedindo isso pra Deus? Seria correto orar assim pra Deus curar alguém enfermo por causa de queimadura?
Por que não se faz um mega-evento evangélico, desses que reúnem um milhão de pessoas ou mais, pra fazer um mutirão para distribuir alimentos aos pobres ou ainda para recolher o lixo da cidade? Aliás, por que se emporcalha tanto as cidades com óleo e outras coisas nos tais “atos proféticos”? Não seria um melhor testemunho limpá-la ao invés de sujá-la?
Por que as rádios evangélicas tocam tanta coisa produzida por gravadoras ricas e nada produzido por artistas independentes?
Por que se faz apelo ao fim de uma “pregação” que não fez qualquer menção ao sangue, à cruz, ao arrependimento, ou sequer ao pecado?
Por que Deuteronômio 28:13 (“o Senhor te porá por cabeça, e não por cauda”) é tão citado, ao passo que I Coríntios 4:11-13 (“somos considerados como o lixo do mundo”) ninguém gosta de citar?
Será que ninguém percebe que algo anda muito errado com o evangelicalismo brasileiro?
Eu só queria saber…

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Verdade Sobre a Compatibilidade Conjugal

A Verdade Sobre a Compatibilidade Conjugal
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No que se refere à compatibilidade, eu e minha esposa somos muito diferentes.

Quando meu filho mais velho estava com três anos de idade, fui passear de carro com ele pela cidade. Um semáforo levou-o a me perguntar o que significava a luz amarela. "Filho," eu comecei a responder com minha sábia voz paternal, "uma luz amarela significa que precisamos ter cautela".

Sua mente inquisitiva queria testar essa teoria, por isso fez a mesma pergunta a minha esposa no dia seguinte. "Filho," ela lhe informou enquanto agitava suas mãos enfaticamente, "uma luz amarela significa ANDE DEPRESSA!"

Minha esposa precisava ir a muitos lugares. Tinha pressa. Mas eu gostava de andar devagar e desfrutar do cenário.

O que é Compatibilidade?

O dicionário define compatibilidade como "a capacidade de viver junto em harmonia". Nossa cultura valoriza muito a compatibilidade no casamento, mas acredita-se que é preciso achar a pessoa certa para se conseguir isso. Se você encontrar "aquela pessoa", vai haver harmonia. A Bíblia, entretanto, ensina que casamentos harmoniosos não são uma coisa natural. Desde a Queda em Gênesis 3, o pecado nos tornou incompatíveis porque os relacionamentos se tornaram naturalmente prejudicados e fraturados. Mas o Evangelho nos dá esperança de viver em harmonia com os outros quando Jesus reconstrói os relacionamentos. Nós focalizamos as outras pessoas em vez de nos focalizarmos (Rm 15.5).

Compatibilidade Bíblica

Então, o que especificamente a Bíblia diz sobre achar um cônjuge compatível? Um verdadeiro cristão deveria se casar com outro verdadeiro cristão (2 Co 6.14, 1 Co 7.39). É isso aí, mas significa muita coisa mais.

Em vez de procurar uma pessoa compatível, os cristãos são instruídos que se casem com um outro cristão e que se tornem cônjuges compatíveis. A transformação exige a graça e o poder de Jesus — boas novas para aqueles que procuram se casar ou que já estão casados, pois Deus não deixa as mudanças para os nossos próprios esforços.

Perguntas para os solteiros quando estiverem procurando um companheiro biblicamente compatível:

1 - Como saber se ele ou ela submetem-se de boa vontade à autoridade divina?

Senhoras, se ele não se submete à autoridade divina, é um homem perigoso. Ponto. Homens, se ela não se submete a uma autoridade piedosa agora (a um homem que, a propósito, não é você), ela é o tipo de mulher que Provérbios adverte evitar.

2 - Como saber se ele ou ela é submisso aos ensinamentos?

Se alguém gosta de discutir, está mais preocupado em ter razão do que ser justo. Quando você pensa que venceu a discussão no casamento, na realidade perdeu. O casamento é amadurecimento manso, com muito para aprender o restante de sua vida.

3 - A pessoa em questão é conhecida e está envolvida na comunidade cristã?

É fácil usar uma máscara quando se está atraído por alguém e motivado para casar. Se essa pessoa não é conhecida na comunidade, você não a conhece. Outras pessoas precisam testemunhar sobre o caráter, a integridade e a fé dela.

4 - Como ele ou ela fala dos outros?

Se a pessoa é crítica, exigente, ou petulante em suas atitudes e palavras agora, vai continuar assim no casamento. Logo, você vai se tornar o alvo de sua ira e orgulho.

5 - Como ele ou ela reagem quando confrontados com o pecado?

Quando alguém tenta esconder, disfarçar, acusar, desculpar ou racionalizar seu pecado, tem uma visão distorcida do Evangelho. Por causa de Jesus, podemos confessar os pecados (1 João 1.0), arrepender-se (Rm 2.4), andar na luz (Ef 5.8,9), e sermos reconciliados com Deus (2 Co 5.17-21).

Perguntas para os casados que desejam se tornar biblicamente mais compatíveis.

1 - O que você percebe com mais freqüência que está errado ou certo com o seu casamento?

Se você é cristão, há muita coisa certa com você porque Jesus o salvou da ira de Deus e você lhe pertence. Você tem todos os recursos em Cristo à sua disposição (2 Pe 1.3). Como filho remido de Deus, o perdão e a graça podem fluir livremente do seu coração deixando que você ministre nas fraquezas do seu cônjuge. Mas você vive desse modo?

2 - Quando foi a última vez que você fez alguma coisa intencional para o seu cônjuge?

A bondade e a consideração fortalecem o casamento. Mas muitos casais acham que podem falar com aspereza, desdém ou falta de perdão. "Para o melhor ou pior" não é permissão para pecar. É preciso fé e humildade para reagir com graça quando estiver irado, magoado ou for mal interpretado.

3 - Você crê que Deus sabia o que estava fazendo quando fê-lo se casar com o seu cônjuge?

Quando o casamento é difícil, fica tentador pensar que você cometeu um engano, esquecendo que o casamento nos molda, com freqüência de maneiras dolorosas. Volte no tempo e pense no que vocês apreciaram e admiraram um no outro. É possível que essas qualidades ainda estejam aí, mas você permitiu que o pecado e o egoísmo entraram sorrateiramente e obstruíram sua visão.

4 - É preciso que você se arrependa da insatisfação e das queixas no seu casamento.

É preciso que haja uma intervenção sobrenatural do Espírito Santo para que sejamos gratos. Nossa tendência é comparar e se queixar. A gratidão é um estilo de vida ordenado pelas Escrituras (Cl 3.15-17), não uma simples sugestão para os feriados de verão. Pelo que você se sente grato? O que você gosta no seu cônjuge?

5 - Você e seu cônjuge oram juntos? Vocês oram um pelo outro?

É difícil ficar com o coração endurecido e amargurado com alguém por quem você ora freqüentemente. Deus fará uma grande obra no seu casamento enquanto você estiver orando. A oração mostra a nossa necessidade de Deus e é um ato de adoração.

Você já viu algum crente secular dentro da igreja? É bem provável. Eles são muitos

Não existem dúvidas de que a mentalidade secular já tem feito suas trincheiras no seio da igreja evangélica. Uma indicação muito clara disso é a crescente ênfase que e vem dando à chamada “teologia da prosperidade”, ou “evangelho da confissão positiva”, pelos templos do Brasil afora.

Uma das consequências de tal ensino, além do excessivo apego às coisas materiais, é o fascínio pelo poder que, a despeito das advertências bíblicas, envolve um sem-número de cristãos que deveriam ser apenas servos de Deus em posição de liderança.
Como advertência a esses cristãos, talvez sejam úteis as palavras de Russel Shedd:
“Quem não sente atração pelo poder, aquela satisfação que surge no coração do jovem pastor bem-sucedido ao notar a repercussão do seu ministério?... Quem lembraria ao complacente servo do Senhor que a prosperidade é uma ameaça mais perigosa do que as provações calamitosas que Jó enfrentou?
Satanás abraça com seus braços infernais os que não tomam precaução diante das tentações que acompanham a prosperidade. A Jesus, ele ofereceu toda a autoridade e glória dos reinos do mundo (Lc 4.6). As ‘riquezas e deleites da vida’ são tão eficazes de em sufocar a semente que caiu entre espinhos, como as perseguições do inimigo (Lc 8.14).”

Jurisprudência evangélica
Outra consequência do pensamento secularizado e materialista revela-se pela atitude que aqui chamamos de “jurisprudência evangélica”, também já enraizada na igreja, e que funciona como obstáculo para que ela consiga levar adequadamente a verdade bíblica ao mundo... Por isso, é importante conhecê-la.
A “jurisprudência evangélica” é resultante da pragmática de uma certa parcela de membros da igreja que, apesar de todos os ensinamentos bíblicos, insiste em enxergar e considerar determinados pecados, enquanto “faz vistas grossas” e desconsidera outros.

“Pecadinhos e pecadões”
De acordo com essa jurisprudência, os pecados realmente são aqueles relacionados à sexualidade. Nesse sentido, “cair em pecado” é adulterar ou cometer fornicação.
Exagerar nas margens de lucros, exorbitar na cobrança de juros, não honrar compromissos financeiros assumidos, contar “pequenas mentiras” nos negócios e tantas outras coisas semelhantes a essas, no entanto, são coisas que não chegam a ferir a consciência desses cristãos, pois já fazem parte do “jogo de cintura” cultivado.
Além disso, há pecados subjetivos, que são se concretizam no íntimo do coração, mas que não são exteriorizados para o próximo; muito embora sejam tão abomináveis aos olhos de Deus quanto os mencionados anteriormente, alguns são acobertados ou mal disfarçados sob pretensas máscaras de santidade.
Não é absolutamente fácil refletir sobre essa realidade. Contudo, se a igreja de Cristo deseja manter sua capacidade de exercer o seu papel profético frente ao mundo, há que denunciar esses desvios de rota, a fim de que a honestidade, a probidade, a lealdade e a exatidão aos ensinos bíblicos façam de cada cristão uma criatura aceitável e útil ao Reino de Deus.

Tem gente que tem tempo pra tudo, menos pra orar. E depois quer ser abençoado...


Deus nos convida para entrarmos em sua presença. Ele nos diz que está conosco e dentro de nós, que está esperando ouvir de nós, que é poderoso e vai nos responder. Mais ainda, Ele nos fala quais os hábitos que devemos desenvolver para usufruirmos de suas bênçãos.
Nossas almas, como nossos corpos, têm requisitos de saúde e desenvolvimento. Algumas pessoas não estão dispostas a pagar o preço para desenvolver bons hábitos espirituais. Infelizmente, acabam pagando o mais alto preço por males e até morte espiritual.
No ano passado, um homem me procurou, desesperado. "Perdi meu emprego” — contou. “Venho procurando trabalho há meses, sem resultado." O desemprego não era seu pior problema. Ele continuou: "Sinto-me tão sozinho nesta situação. Ninguém na igreja se importa. Chego a pensar, às vezes, que nem Deus se importa. Sinto-me totalmente desamparado e sem esperança."
Perguntei-lhe sobre os seus hábitos espirituais. Alimentava a sua fé com responsabilidade? Orava com regularidade, buscando comunhão com Deus e ouvindo sua resposta? Ia à igreja com frequência? Mantinha amizade com pessoas mais propensas a uma vida espiritual elevada? Procurava ajudar outras pessoas com problemas?
Não, ele não estava fazendo nada daquilo. "Não tenho tempo" - o homem explicou. Com sutileza, comentei que, desempregado e solteiro, ele dispunha de mais tempo do que em qualquer outra circunstância. Ele dirigiu-me um olhar que parecia dizer: "Olha aqui, estou cheio de problemas. A última coisa de que preciso, quando me encontro no fundo do poço, é que um pastor venha me dar uma lista de obrigações."
O homem queria que alguém sacudisse uma varinha mágica para lhe dar ânimo. Dizia que desejava a presença de Deus em sua vida, mas não estava disposto a formar hábitos que desenvolvessem sua saúde espiritual.

 
Disciplina rigorosa
Quando fazemos da oração um hábito, permanecemos em sintonia com Deus e abertos para receber suas bênçãos. Mas é preciso fazer duas advertências em relação a isso.
A primeira é para aqueles que gostam de listas e fórmulas, para os que fazem anotações durante palestras, sublinham a leitura e já praticam um rigoroso regime espiritual. Não aumentem a lista de deveres espirituais. Vocês precisam de mais hábitos ou de hábitos mais eficientes? Você precisa se sobrecarregar ainda mais ou levar sua carga pesada para Jesus?
Receio que, para um grande número de cristãos, a disciplina espiritual se transforme em uma camisa de força recheada de exigências que sufoquem a vitalidade, a espontaneidade e a aventura da vida e da fé. Para estas pessoas, Cristo já não traz liberdade. A religião se torna um fardo pesado. A maioria das pessoas não consegue viver muito tempo desta maneira. Os poucos que conseguem desenvolvem uma postura tão hipócrita que os demais ficam torcendo para que fracassem.
Gálatas 5.1 adverte os adoradores de listas: "Para a liberdade foi que Cristo nos libertou. Permanecei, pois, firmes e não vos submetais, de novo, a jugo de escravidão".
Uma decisão inegociável
Minha segunda advertência é para aqueles que caem no outro extremo, igualmente errado. Talvez alguém esteja pensando que não precisa de nenhuma estrutura ou de hábitos rígidos para fazer o coração crescer. É o tipo que "toca de ouvido". Segue o fluxo espiritual Deixa o barco correr e Deus operar do jeito que quiser para ver o que acontece.
Esta atitude é, na melhor das hipóteses, ingênua; na pior, autoenganosa. Nós não podemos crescer sem estrutura, sem um objetivo em relação a nossa vida espiritual, do mesmo modo que não é possível perder peso, desenvolver tônus muscular ou aumentar o patrimônio se permanecemos sentados, esperando o que vai acontecer.
Se meu alvo é importante, tenho que me disciplinar para atingi-lo. Decido, com antecedência, que o exercício para alcançar o alvo é inegociável, caso contrário, sem sombra de dúvida, eu desisto na última hora. Por exemplo, um de meus grandes objetivos é permanecer vivo e saudável. Sei que com minha herança genética, eu seria louco se não fizesse exercícios fielmente, todos os dias. Portanto, tomei uma decisão: vou correr e o tempo que separo para correr é inegociável.
Eu não espero para sair até sentir vontade. Vamos ser sinceros! Quantos dias da semana eu tenho vontade mesmo de correr? Hoje não. Preciso ficar mais um pouco no escritório. Meu biorritmo não está bom. Está um pouco frio. Vai chover. O sol está muito quente. Meu tênis está apertado. Meus joelhos doem. O sofá está convidativo. A lista é interminável.
Quando levamos a sério nosso propósito de aprender a orar, é hora de tomar uma decisão: quero aprender quais são as disciplinas necessárias para a minha vida de oração e vou praticá-las com regularidade, sem falhar.
Manter bons hábitos de oração é inegociável. Eu sei que a vontade, sem disciplina, por si mesma não gera um relacionamento entre mim e Deus. Ao mesmo tempo, reconheço que não desenvolverei uma vida de oração rica e recompensadora se tentar fazê-lo sem disciplina.
Jesus não fez objeção ao pedido. Aproveitou a oportunidade para ensiná-los a orar, como vemos em Mateus 6.5-13.
Nenhuma outra passagem das Escrituras explica com tanta clareza como orar e o conselho que Jesus deu aos discípulos há dois mil anos se aplica a nós, ainda hoje:
Ore regularmente. Jesus disse "quando você orar", não "se você orar".
Ore em particular. Deus não se impressiona com demonstração pública de piedade.
Ore com sinceridade. Deus não está interessado em fórmulas. Ele deseja ouvir o que vai em nosso coração.
Ore especificamente. Tome a oração que conhecemos como a oração do Senhor ou Pai-Nosso como modelo.

Trecho do livro Ocupado Demais Para Deixar de Orar, de Bill Hybels

Os crentes precisam tratar melhor os disciplinados. Disciplina serve para corrigir, e não para mandar pro inferno


Todo presidiário, quando cumpre a pena, deixa a cadeia e tenta se ressocializar, tem muita dificuldade de aceitação ante a sociedade. Pedir um emprego, conseguir um estágio ou ser aceito num grupo social quando tem estampado no currículo “passagem pela cadeia” deixa muitos ex-detentos à margem dos centros que envolvem seres humanos.
Tenho notado que isso tem acontecido com os chamados “disciplinados” das igrejas. Crentes que um dia pecaram e precisaram passar por disciplina sabem bem o que é isso. Muitas portas dentro da casa do Senhor são fechadas por causa desses acontecimentos.
É lógico que algumas posições na obra de Deus carecem de bom testemunho, nome limpo diante da igreja e isenção de corrupção espiritual. Mas isso tem se generalizado por vários setores eclesiásticos, desde dirigir um simples órgão de louvor até alcançar uma posição ministerial. Ou não. Às vezes, basta ser um simples membro.
E essa atitude contra os disciplinados não é defendida pela Bíblia, assim como os presos não são excluídos explicitamente pelo Estado. Da mesma forma que a sociedade é taxativa contra ex-presidiários, muitos dentro da igreja têm essa mesma atitude em relação àqueles que um dia passaram pela “caneta”.
O agravante é que, sem apoio, compreensão e perdão, esses crentes disciplinados se sentem isolados e acabam procurando alternativas para ter liberdade de comunhão. Isso porque, mesmo com o pedido formal de reconciliação ante a Igreja, as pessoas não liberam esse perdão a ponto de esquecer o passado.
Existem pessoas que caem em pecado e são disciplinadas. Até aí, nada de anormal, até porque isso é bíblico. A questão está após o período de disciplina. Uma pessoa que é ativa na igreja, por exemplo, não perde apenas as atribuições na casa do Senhor, como perde amigos, perde confiança e perde a liberdade de viver em paz por conta do exclusivismo praticado por aqueles que até então estavam ao seu redor.
Conheço uma história de um pastor que disciplinava os crentes como se esse tipo de correção fosse um chicote, usado para açoitar qualquer um, a qualquer hora do dia. Esse mesmo pastor chegou a disciplinar uma irmã na entrada de uma agência bancária, e puniu outra irmã em pleno culto de domingo.
É um típico caso de despotismo a bel prazer e sem misericórdia. E aí, vem uma bola de neve. Acuado, o disciplinado acaba deixando de ir à igreja ou procurando outra denominação como saída para ser um membro formal e atuante. Com isso, vem o rótulo de rebelde, cru, frio, pecador e desviado.
Essa é a realidade de muitos disciplinados nas igrejas atualmente. E o pior: alguns irmãos deixam de confessar seus erros dignos de correção pública temendo sofrer essas retaliações e perder certos prestígios.
As pessoas devem se conscientizar de que disciplina é, sim, uma forma de melhorar a conduta diante de Deus. Ele próprio corrige por amor aos Seus filhos (Hb 12.6-8), diferentemente do que alguns fazem, como se participassem de um júri que define a pena de um acusado. Muitos crentes esfriam na fé porque durante os momentos de correção, quando precisaram de um braço estendido, acabaram sendo empurrados para longe do círculo dos irmãos.
A disciplina é uma linha de dois extremos: de um lado, o amor por parte da igreja que a aplica; do outro, a humildade e o quebrantamento por parte daquele que é disciplinado. Paulo, ao falar sobre o assunto, lembrou que os irmãos não devem abandonar o disciplinado, como muitos fazem hoje em dia.
“Agora é o momento de perdoá-lo e confortá-lo. Do contrário, ele poderá ficar tão amargurado e tão desanimado que não será capaz de reabilitar-se. Assim, eu lhes peço que mostrem a ele agora que vocês verdadeiramente ainda o estimam muito. Outra razão para perdoar é não deixarmos Satanás, com a sua astúcia, obter vantagem sobre nós; pois bem sabemos o que ele está procurando fazer”, disse o apóstolo, em II Co 2.7, 8, 11 (Bíblia Viva).
É bom que os cristãos se lembrem dessas palavras de Paulo. Crentes disciplinados precisam de um apoio. Do contrário, Satanás agradece pelo abandono dos caídos.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Culto da Familia - 23 de Outubro


Momento de Adoração com os Louvores

Anjo da Igreja trazendo a Palavra


Oração Pelas Almas que Aceitaram a Jesus





quinta-feira, 20 de outubro de 2011

O médico celestial

Nesse primeiro estágio da peregrinação de Israel encontramos também a conhecida e incompreendida, e muitas vezes citada declaração: "...eu sou o Senhor que te sara" (Êx 15.26). Gostamos de reivindicar essa maravilhosa promessa para nós ou consolamos a outros com ela, sem avaliar toda a sua profundidade. Evidentemente é maravilhoso conhecer o médico celestial. Mas, de modo superficial, freqüentemente a interpretamos assim: "Esse médico está disponível para consultas a qualquer hora, ele sempre apresenta o diagnóstico correto, cura qualquer enfermidade com certeza absoluta, não onera a previdência social nem o nosso bolso, pois não cobra honorários". De fato, temos um glorioso médico celestial. Mas quão pouco atentamos para as condições ao marcarmos a nossa consulta! Devemos ler todo o versículo e tomá-lo em consideração! Deus disse: "Se ouvires atento a voz do Senhor, teu Deus, e fizeres o que é reto diante dos seus olhos, e deres ouvido aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma enfermidade virá sobre ti, das que enviei sobre os egípcios; pois eu sou o Senhor, que te sara" (Êx 15.26). Esse é o nosso maior problema. Obedecer, ou não obedecer. Desejamos a cura, mas será que obedecemos ao Senhor? Entretanto, não queremos sustentar nenhuma teoria antibíblica barata, que diz: aquele que teme a Deus vai bem, e só o pecador fica doente. A questão não é tão simples assim! Pois nós não conhecemos os desígnios e planos de Deus com cada pessoa individualmente. "Bem-aventurado é o homem a quem Deus disciplina; não desprezes, pois, a disciplina do Todo-Poderoso. Porque ele faz a ferida e ele mesmo a ata; ele fere, e as suas mãos curam. De seis angústias te livrará, e na sétima o mal te não tocará" (Jó 5.17-19). "Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos!" (Rm 11.33). Elias não adoeceu – ele subiu ao céu num redemoinho. Mas Eliseu morreu de uma enfermidade. Na verdade, Deus quer um povo sadio, mas Ele também quer obediência. Caso Ele nos conduza por um caminho de sofrimentos, bem-aventurados somos se pudermos dizer: "Senhor, seja feita a Tua vontade!" E bem-aventurados somos se soubermos que temos uma igreja que intercede por nós. Quando Jesus ouviu que Seu querido amigo Lázaro estava enfermo, Ele fez uma declaração muito importante, que também é muito significativa para nós: "Ao receber a notícia, disse Jesus: Esta enfermidade não é para morte, e sim para a glória de Deus, a fim de que o Filho de Deus seja por ela glorificado" (Jo 11.4). Isso também vale para nós! Em caso de enfermidade podemos pedir sinceramente a cura, mas devemos deixar por conta do Senhor o Seu proceder, seja curando-nos pela fé, seja ajudando-nos por meio de tratamento médico, ou seja até tomando-nos para Si. De qualquer maneira, tudo deve ser para a honra de Deus, para que o Filho de Deus seja glorificado em nossas vidas! Infelizmente, muitos filhos de Deus estão fixados apenas na cura física e não pensam que na enfermidade Deus também pretende dizer e ensinar-nos muitas coisas que servem para o nosso bem. Assim como Deus conduziu Seu povo com mão segura através do deserto para a Terra Prometida, Ele também quer preparar-nos para o lar celestial, tanto em dias de saúde como em dias de enfermidade. Confiemos nEle em obediência à Sua Palavra! (Burkhard Vetsch)

Uma lição Divina


Deus apresenta Israel diante dos nossos olhos como um espelho! Aliás, enxergamos muito melhor as fraquezas e os defeitos na vida dos outros do que em nossa própria vida. Israel ainda conhecia muito pouco a seu Deus quando passou por essa situação de angústia. Mas a ajuda do Senhor não estava longe. Temos um Deus clemente e misericordioso, que gosta de ajudar no tempo oportuno. Ele também nos anima a vir a Ele: "Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna" (Hb 4.16). Em relação a Israel está escrito: "Na verdade, amas os povos; todos os teus santos estão na tua mão; eles se colocam a teus pés e aprendem das tuas palavras!" (Dt 33.3). Também Jeremias conhecia e sabia da benevolência de Deus. Ele pôde anunciar em nome do Senhor: "Alegrar-me-ei por causa deles e lhes farei bem" (Jr 32.41).

Os caminhos de Deus não são os nossos caminhos

Por que Deus levou Seu povo pelo deserto, ao invés de conduzi-lo pelo caminho direto, plano e cômodo junto ao litoral, em direção à Terra Prometida? Encontramos uma primeira explicação em Êxodo 13.17: "Tendo Faraó deixado ir o povo, Deus não o levou pelo caminho da terra dos filisteus, posto que mais perto, pois disse: Para que, porventura, o povo não se arrependa, vendo a guerra, e torne ao Egito." Naturalmente Deus, que sonda os corações, conhecia Seu povo e sabia das suas limitações. Oxalá nós mesmos conheçamos nossas limitações! No deserto eles não tinham outra alternativa do que seguir a nuvem que ia adiante deles. Mas existem ainda duas explicações mais profundas porque o povo de Israel foi conduzido exatamente nesse caminho em sua jornada para a Terra Prometida. Encontramos uma delas em Isaías 60.16: "...saberás que eu sou o Senhor, o teu Salvador, o teu Redentor, o Poderoso de Jacó." Agora, nessa situação, o alvo de Deus era levá-los a conhecer esse Salvador e Redentor. Eles deveriam aprender a confiar nEle! Será que nós também conseguimos ver e reconhecer a ação de Deus em nossas vidas, ensinando-nos e levando-nos a reconhecer Sua intenção mais elevada para conosco? Até o dia de hoje é assim, pois Deus não deixa Seus filhos seguirem sempre por caminho cômodos e sem obstáculos. Cantamos em um hino: "Ele apenas quer que sejamos aprovados em meio ao temor e à aflição". Jesus nos diz: "Entrai pela porta estreita (larga é a porta, e espaçoso, o caminho que conduz para a perdição, e são muitos os que entram por ela), porque estreita é a porta, e apertado, o caminho que conduz para a vida, e são poucos os que acertam com ela" (Mt 7.13-14). São os caminhos de morte, os caminhos estreitos, que conduzem para a vida!

O próprio Deus dá também a segunda explicação: "Recordar-te-ás de todo o caminho pelo qual o Senhor, teu Deus, te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, para saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos" (Dt 8.2). "Para saber o que há no seu coração!", esse é o alvo mais profundo quando Ele conduz você por provações! Para ilustrar, encha um copo de água, coloque um pouco de terra nele, e deixe-o assim por algum tempo. Ao agitar o copo, o sedimento sobe. Às vezes, Deus sacode Seus filhos e os submete à prova de fé. Então, quando sobe o sedimento escuro em nosso coração, podemos reconhecer o que há em nós. A fé precisa ser provada pela obediência. Está escrito claramente em Êxodo 15.25, que o Senhor provou Seu povo. Quando o Senhor nos prova, não precisamos ficar com medo, pois então Ele também assume plena responsabilidade por nós. Ele não abandona nenhum de Seus filhos. "Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar" (1 Co 10.13). E o desfecho da provação foi maravilhoso para Israel! O importante é aprendermos as lições através de algum problema pelo qual estejamos passando no momento, o essencial é que cresçamos e amadureçamos: "...para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo" (1 Pe 1.7). Esse também é o tema central do apóstolo Paulo, que nos adverte insistentemente: "Mas, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo" (Ef 4.15). Se não quisermos passar por provações, tornar-nos-emos superficiais e indiferentes e perderemos as maiores bênçãos.

Das Águas Amargas Para a Água da Vida

A caminho das águas amargas

É muito impressionante passear pelo deserto de ônibus com ar condicionado, ou mesmo fazer uma caminhada de algumas horas no deserto. Mas foi algo bem diferente quando um povo de vários milhões de pessoas, com suas crianças, seus animais e seus utensílios domésticos, andou pelo deserto durante três dias, padecendo com o calor, os perigos, a fome, a sede, o cansaço e a exaustão. É verdade que eles conseguiram escapar dos patrões egípcios que os mantinham como escravos e o exército egípcio foi "tragado de todo" pelo mar, como diz Hebreus 11.29. Em Êxodo 15.1 está escrito: "Então, entoou Moisés e os filhos de Israel este cântico ao Senhor, e disseram: Cantarei ao Senhor, porque triunfou gloriosamente; lançou no mar o cavalo e o seu cavaleiro." Que grande livramento foi esse milagre de Deus! Por detrás de Israel estava a poderosa e protetora mão de Deus, que afugentava os inimigos; sobre o povo de Israel estava a nuvem da glória que dirigia, conduzia e indicava a presença de Deus; diante dele estava a Terra Prometida que oferecia leite e mel – mas debaixo de seus pés só havia areia quente e pedras! Assim eles vaguearam pelo deserto de Sur e não encontraram água. As gargantas estavam secas, as crianças choravam, os animais berravam. Então, depois de três dias – e não foi uma miragem! – eles viram muita água. Com alegria e expectativa eles correram depressa para lá. Água! Água! Mas, que horror! Ela era muito amarga, um líquido intragável e venenoso. Todos gritaram: "Mara! Mara!" (= amargor!). Que dolorosa e amarga decepção! "Moisés, o que é isso? Tu nos guiaste até aqui para que morramos de sede?", gritaram as pessoas indignadas. "E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: Que havemos de beber?" (Êx 15.24). Agora reinava a indignação e a raiva no meio daquela grande multidão sedenta. Até mesmo uma multidão disciplinada pode fugir ao controle quando é exigida além de suas capacidades. Mas nem ao povo escolhido de Deus, nem a nós é permitido fazer-Lhe a pergunta repreensiva: "Por que permites que teus filhos experimentem tanta frustração e amargura?!"
Queda dágua
Nós cristãos também passamos por decepções de vez em quando, decepções por parte de pessoas ou de circunstâncias adversas. Como conseguimos nos arranjar com essas amargas frustrações? Como reagimos quando somos sacudidos e perdemos o rumo por falta de vigilância interior? Reagimos segundo a natureza do Cordeiro, de Jesus, que deveria ser também a nossa natureza, ou ficamos indignados? A amargura é uma erva daninha que procura nos sufocar, uma raiz que sempre procura se alastrar em nossas vidas. Mas em nós não deve acumular-se muita "água de amargura", pois quando ela fica represada em nosso íntimo, Satanás prontamente estará a postos transformando essa amargura em rebelião e ira. Ele, porém, não deve alcançar esse objetivo! "Atentando, diligentemente, por que ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus; nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados", adverte-nos o Senhor em Hebreus 12.15. Quando falamos com amargura sobre outras pessoas, contaminamos os que estão ao nosso redor e nos tornamos culpados, pois pecamos. Jesus quer libertar-nos desse pecado! Quem não quer vencer ou abandonar a amargura em nome de Jesus, não precisa admirar-se quando fica melancólico e triste. Conheci pessoas que se afogaram no "lago da amargura". Mas na cruz de Jesus há poder para a vitória! Quem afirma que ao seguirmos a Jesus estamos livres de temores e decepções, está mentindo. Jesus disse: "No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo; eu venci o mundo" (Jo 16.33). Devemos reivindicar para nós essa vitória sobre a amargura em nome de Jesus, devemos tomar posse dela pela fé. O apóstolo Paulo, aprovado no discipulado de Jesus, testemunha: "...que, através de muitas tribulações, nos importa entrar no reino de Deus" (At 14.22). Andar no caminho estreito e penoso tem valor eterno, pois ele conduz ao alvo celestial: "Porque para mim tenho por certo que os sofrimentos do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós" (Rm 8.18), garante-nos Paulo. Um poeta lírico escreveu uma oração muito bonita, que também deve ser a nossa: "Faze com que eu me aquiete, meu Senhor e Deus. Que eu ouça somente a Tua voz na felicidade e na aflição. Estende Tuas mãos caridosas sobre meu caminhar, faze com que minha vista e meus pensamentos estejam direcionados somente para Ti".

Muito além de apenas viver um pouco mais!

Quem crê em Deus vive mais tempo

Cientistas da renomada Duke University em Raleigh (Carolina do Norte/EUA) descobriram: "Quem crê em Deus vive mais tempo." Durante oito anos eles mediram regularmente a pressão arterial de 4.000 moradores do Estado. O resultado surpreendente foi: as pessoas que iam aos cultos no domingo ou liam a Bíblia e oravam regularmente tinham pressão arterial 40% mais baixa do que os não-crentes.
Harold Koenig, um dos autores do estudo, diz: "Principalmente pessoas mais idosas se sentem seguras devido aos cultos e às orações, o que reduz o stress, baixa a pressão arterial e protege o coração." (BZ)
A genuína fé em Deus tem efeitos sensíveis, inclusive sobre a vida física. O Senhor Jesus disse: "Vinde a mim, todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei" (Mt 11.28). Mas a fé em Jesus Cristo produz mais do que apenas redução do stress ou sensação de segurança. Pois não devemos apenas nos sentir bem, tudo em nossa vida deve estar bem. A fé é uma fonte que jorra para a vida eterna. Aquele que crê em Jesus recebe o perdão dos pecados. Quem nEle crê é liberto do pecado original de Adão. Quem recebe a Jesus em sua vida pela fé é liberto legalmente de toda culpa e se torna um filho de Deus legítimo (Jo 1.12). A fé em Cristo nos transporta para o reino de Deus e nos dá uma esperança viva que nos sustém também em dias difíceis. A fé em Jesus tira o poder da morte (embora o temor dela ainda possa persistir), nos abre as perspectivas para o reino de Deus e permite a nossa entrada nele. Por meio da fé o homem obtém razão para viver e sua alma inquieta encontra descanso. Foi o que já disse Agostinho: "Fomos criados para ti, ó Deus, e nosso coração não tem paz até que a encontre em ti" (Norbert Lieth -

O óleo da unção

"Disto farás um óleo sagrado para unções, um perfume composto segundo a arte do perfumista; este será o óleo sagrado para unções." (Ex. 30:25)

 Êxodo 30.23 – “Também toma das principais especiarias, da mais pura...500 siclos (3kg) de Mirra, 250 siclos (1kg e ½) de Canela Aromática (árvore da família das Lauráceas originárias de Sri Lanka), 250 siclos (1kg ½) de Cálamo Aromático (caule das gramíneas e doutras plantas), 500 siclos (3kg) de Cássia (designação comum a várias ervas, arbustos e árvores ornamentais, da família das leguminosas, de propriedades medicinais, belas e abundantes flores, e cujos frutos são vagens e 1 him (3,47 lts) de azeite de oliveiras.” 

Os siclos deveriam ser segundo (Ex.30.13) o siclo do santuário que diferenciavam dos siclos comuns, este era de 20 jeiras (equivalente ao salário de um dia do jornaleiro), porém a oferta ao Senhor era a metade. Shekel em hebraico, síklos em grego, siclu em latim, refere-se a unidade de peso utilizada no Oriente antigo. Moeda dos hebreus, de prata pura e que pesava 6gr..
A ordenança da parte de Deus era que o Profeta seguisse a receita que Ele mesmo deu para o Seu povo. No v.25 “Disto farás um óleo sagrado para unções, um perfume composto segundo a arte do perfumista; este será o óleo sagrado para unções .”
Hoje assistimos verdadeiros comércios de óleo ungido. Tem lideranças Eclesiásticas que subestimam a inteligência de seus fiéis. Pensando pela lógica, se é óleo para ungir, para que este óleo precisa ser ungido??, E como se unge um óleo?? Na verdade ele deve ser consagrado para este fim e não “ungido”. Nos versículos 26 ao 29, vemos que Deus ordena que Moisés unja os utensílios do Templo (Tabernáculo) e no v.30 Moisés ungi seu irmão Arão e seus filhos, e os santificam para administrarem o sacerdócio para Deus. No v.31, Deus manda o profeta declarar que este será o óleo sagrado. Aqui respondemos duas questões, qual é a composição do óleo da unção e para que deveria ser usado?
Observemos que não foi qualquer um que saiu ungindo para o serviço na casa de Deus e os utensílios da casa de Deus e nem foi a qualquer um que Moisés ungiu, e não os ungiu simplesmente por serem seus parentes, mas, sim, por que Deus ordenou. Em todo o AT, vamos observar os cuidadosque o povo hebreu (judeu) tinha com as coisas de Deus, respeitando as ordenanças e os costumes. Um menino com 8 dias de vida deveria ser circuncidado (Lv.12.3). Com 20 anos, eram separados para o serviço (Nm.1.18) de carregar e montar as tendas das tribos, fazerem a função de um Levita, cantando enquanto caminhavam para adorar ao Senhor e guerrearem. Com 25 anos, eram separados para o serviço interno da tenda da revelação (Nm.8.24), o lugar Santo e no Átrio (Pátio). E dos 30 aos 50 anos de idade, deveriam fazer o serviço de Sacerdotes, ministrando a oferta do povo diante de Deus no Santo do Santo (Nm.4.3, 23, 30). Após os 50 anos, eram jubilados os sacerdotes que passavam a anciãos, que atuavam como conselheiros dos mais novos.
Toda esta prévia é necessária, para que possamos compreender mais adiante, quando Tiago escreve no capítulo 5.14 “ Está doente algum de vós? Chame os presbíteros (anciãos, bispo) da igreja, e estes orem sobre ele, ungindo-o com óleo em nome do Senhor.”
Antes de entrarmos no mérito deste versículo, voltemos ao capítulo 30 de Êxodo v.32 “Não se ungirá com ele carne de homem; nem fareis outro de semelhante composição; sagrado é, e para vós será sagrado.”
Vejam que esta receita estabelecida no AT não deve ser copiada e nem tão pouco feita e vendida como um livre comércio, que visa tão somente os lucros de uma instituição específica. Aquilo que é sagrado, deve ser tratado com esmero, temor e tremor do Senhor. No v.33 – “O homem que compuser um perfume como este, ou que com ele ungir a um estranho , será extirpado do seu povo.”
Alguns, tem ignorado estes ensinos e tem banalizado a questão da unção, ungindo cachorro, carro, casa e pessoas estranhas, na mais pura ignorância, achando que estão agindo de maneira correta. Cuidado para não entrar na prática da heresias, pensando estar agradando a Deus e na verdade estar agindo em desconformidade com ela.
Agora voltando a questão que Tiago trás, quem seria o presbítero de hoje que poderia ungir as pessoas, já que não pode ser qualquer um? É importante ressaltar que todos que crêem, Deus tem dado poder para orar por enfermos e os curar, libertar, independente de ungir, pois os sinais seguiram os que crerem (Mc.16.17), agora, quanto a ungir, deve ser um presbítero da igreja.
Olhando para as tradições do judaísmo, da qual herdamos o monoteísmo, adorar um único Deus, os Escritos Sagrados, a Torá e tantas outras coisas, vemos que os anciãos é que teriam esta incumbência nos dias de hoje.
Hoje, dentro da hierarquização da igreja, presbítero tem outra conotação, para a igreja Presbiteriana, este é o superintendente, para a Igreja Católica, o mesmo é um Padre com responsabilidades de uma Paróquia, Para a igreja Assembléia de Deus, o mesmo é aquele que cuida de uma sub-congregação, que auxilia o Pastor e que foi ordenado (nomeado, ungido, separado, escolhido). Na nossa compreensão Teológica, o mesmo segue aqueles que são ungidos por uma autoridade Eclesiástica (Pastor, superintendente, Presidente) para auxiliarem no trabalho do templo.